Homenagem a Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques

Hoje, dia 24 de março, Dom José Antonio completa onze anos como arcebispo de Fortaleza.
Como forma de homenageá-lo e de agradecer-lhe, o Boletim Arquidiocesano deste mês fez a seguinte homenagem, além das orações que todos devemos fazer por ele, publicar os feitos de sua presença como pastor de nossa Igreja Arquidiocesana.
Nestes onze anos de governo episcopal na Arquidiocese de Fortaleza, dom José Antonio marcou sua presença com muitas iniciativas e realizações, tanto nas ações de pastoreio e evangelização como nas de infra-estrutura necessária para o trabalho pastoral. Entre elas podemos destacar:

Manteve, inicialmente, a organização das Regiões Episcopais, os quadros da Cúria e do Secretariado de Pastoral, dos Seminários de Teologia, de Filosofia e do Propedêutico, conforme tinha recebido do seu antecessor.

Convocou logo os Conselhos. Desde o início, tem governado a Arquidiocese com a participação dos Conselhos Episcopal, Presbiteral, Pastoral e Econômico e também do Colégio de Consultores e das Assembléias Arquidiocesanas.

Todos os anos, realiza duas visitas pastorais a cada uma das Regiões Episcopais.

Favoreceu e apoiou o Planejamento Participativo da ação Evangelizadora da Arquidiocese e fez publicar os Planos de Pastoral da Arquidiocese 2003-2007 e 2008-2010.

Também no seu governo criou a Comissão para a elaboração do Diretório Pastoral, Litúrgico e Sacramental e o publicou em 1ª. edição em 2003 e em segunda edição, revista e atualizada, em 2008.

Nomeou o Secretariado a retomar o texto original do anteprojeto do Dízimo para a Arquidiocese de Fortaleza, a fim de que fosse debatido e emendado nas diversas instâncias da Arquidiocese. Depois de aprovado pelo conselho Pastoral sancionou, em setembro de 2007, o Projeto do Dízimo – Partilha Eclesial para a Arquidiocese de Fortaleza. Os sacramentos são dons gratuitos de Deus. Por isso, insiste que na Arquidiocese seja eliminado o sistema de taxas e espórtulas e seja criado, animado e trabalhado o Dízimo – Partilha Eclesial.

Apoiou a criação do Fundo Arquidiocesano de Solidariedade, já em 1999, e a Comissão Arquidiocesana, constituída por representantes das Pastorais Sociais, CEBs e Organismos para análise dos Projetos que chegam ao Fundo e cuja aprovação é a ele encaminhada para seu parecer final.

Criou o Fórum dos Movimentos Eclesiais – FAMEC, do qual é presidente, com o objetivo de que os movimentos, associações e comunidades novas tenham uma instância de partilha, articulação e comunhão.

Doou uma casa da Arquidiocese para servir de apoio aos moradores de rua, sob a orientação da Pastoral do Povo da Rua.

Assumiu, desde 2003, uma iniciativa anterior de uma caminhada no dia 15 de agosto, dia da Assunção de Nossa Senhora e deu-lhe outra dimensão: com novo itinerário (Barra do Ceará a Catedral), novo nome – Caminhada com Maria e um roteiro litúrgico com orações, cânticos e textos bíblicos.

Reformou a Residência Episcopal, o centenário prédio do Colégio Castelo, fazendo-o ser o Centro de Pastoral da Arquidiocese, com o nome de Maria, Mãe da Igreja e o Centro de Treinamento Frederico Pontes, em Pacatuba.

Durante seu ministério episcopal, sessenta e oito jovens foram ordenados por ele presbíteros diocesanos, incardinados na Arquidiocese de Fortaleza, o que corresponde a quase um terço (195) dos padres diocesanos.

Tem procurado em todos esses anos manter a prática dos seis anos de permanência do pároco em uma mesma paróquia.

Apoiou e aprovou a criação do Fundo de Sustentação dos Presbíteros, com o dízimo sacerdotal e a participação de 3% ou 5% dos rendimentos mensais de cada paróquia e área pastoral, cujo objetivo principal é que qualquer padre não tenha receio de assumir paróquias ou áreas pastorais mais distantes, mais periféricas, cujo povo é muito pobre ou não tem a prática da participação.

Criou a Comissão para o Diaconato Permanente, a Escola Diaconal e já ordenou dezenove diáconos permanentes.
Criou nestes 10 anos em que é arcebispo de Fortaleza 27 novas paróquias e 8 áreas pastorais.

Em substituição ao Seminário Regional NE1 – Ceará, criou a 22 de dezembro de 2003 o Seminário Arquidiocesano São José – Filosofia e Teologia, dando continuidade à formação sacerdotal para a Arquidiocese de Fortaleza.

Apoiou a transformação dos cursos seminarísticos de filosofia e de teologia do Instituto Teológico Pastoral – ITEP em cursos de bacharelato e acompanhou toda a tramitação para que o ITEP e o ICRE se constituíssem numa Faculdade Católica, aprovada pelo MEC. Em 28 de agosto de 2009, criou a Faculdade Católica de Fortaleza – Seminário da Prainha, da Arquidiocese de Fortaleza, unificando os institutos anteriores e aprovou seu Regimento.

Realizou no ano de 2009 a 1ª Caminhada Penitencial no Terceiro Domingo da Quaresma.

Tem insistido muito para que todas as paróquias e áreas pastorais tenham seus conselhos econômicos constituídos, sejam seus membros provisionados por ele e haja bastante transparência nas prestações de conta. Também tem insistido na existência de Conselho de Pastoral em todas as paróquias e áreas pastorais.

Apoiou a sugestão de criação de novas Regiões Episcopais, proveniente do Fórum Arquidiocesano realizado em 2008 e nomeou uma comissão, para que articulasse em todas as Regiões episcopais esse estudo. A Assembléia Arquidiocesana de Pastoral, realizada em 29 de agosto de 2009, aprovou a proposta de nova configuração da Arquidiocese de Fortaleza em nove (9) Regiões Episcopais. Em 8 de dezembro de 2009, decretou a criação das nove Regiões Episcopais da Arquidiocese de Fortaleza (decreto 005/2009).

Paróquias e Áreas Pastorais criadas por Dom José Antonio, em ordem cronológica.

Paróquias
1999: Sagrada Família – Ocara.
2000: São João Batista, Aruaru – Morada Nova; São José, Lagoa Redonda – Fortaleza; Nossa Senhora de Lourdes, Dunas – Fortaleza; São Diogo, Cajazeiras – Fortaleza.
2001: São Pedro – Barreira.
2002: Santo Antônio, Capuan – Caucaia; Sant’Ana e São Joaquim – Eusébio; Santo Antônio de Pádua, Jardim Iracema – Fortaleza.
2003: Santo Antônio – Itaitinga; Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Alto Alegre – Fortaleza; Nossa Senhora de Lourdes, Antônio Diogo – Redenção; São João Eudes, Luciano Cavalcante – Fortaleza.
2004: Sagrado Coração de Jesus, Conjunto Nova Metrópole – Caucaia; Menino Jesus, Conjunto Industrial – Maracanaú; Nossa Senhora das Graças, Manuel Sátiro – Fortaleza; Imaculada Conceição, João XXIII – Fortaleza.
2005: São Luís Gonzaga, Pecém – São Gonçalo; Santo Antônio de Pádua, Maraponga – Fortaleza.
2006: São José, Edson Queiroz – Fortaleza; Nossa Senhora da Penha, Sucatinga – Beberibe; Bom Jesus dos Navegantes, Parajuru – Beberibe.
2008: São Francisco de Assis, Tapera – Aquiraz; Nossa Senhora das Graças – Pindoretama.
2009: Mãe Santíssima, Parque Dois Irmãos – Fortaleza; Nossa Senhora Aparecida, Vicente Pinzon – Fortaleza; Nossa Senhora das Graças, Santa Maria – Fortaleza.

Áreas Pastorais
2000: São Pedro, Icaraí e praias de Caucaia.
2003: Santa Luzia, Pedras – Fortaleza.
2004: São Francisco de Assis, Canindezinho – Fortaleza; Santo Antônio, Granja Portugal – Fortaleza.
2006: Nossa Senhora Mãe dos Pobres, Tancredo Neves – Fortaleza.
2009: Santo Antônio de Pádua, Caiçara – Canindé; Santo Antonio de Pádua, Pici – Fortaleza.
2010: São Francisco de Assis – Vila Velha – Fortaleza.

Que Deus o abençoe e lhe dê sempre muita graça, sabedoria e saúde no pastoreio e no serviço ao povo de Deus.

Miguel Brandão – Secretariado de Pastoral

Fonte: Pascom da Arquidiocese de Fortaleza

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