Dossiê sobre o PT curcula no Vaticano

Está circulando no momento no Vaticano, e tudo indica que brevemente deverá ter-se espalhado pelo mundo inteiro, um importantíssimo dossiê de 240 páginas, em língua espanhola, intitulado:

“LA IGLESIA AMORDAZADA: UNA TENTATIVA DE SILENCIAR A OBISPOS EN EL TEMA DEL ABORTO DURANTE LAS ELECCIONES PRESIDENCIALES DE 2010 EN BRASIL”.

O dossiê, fartamente documentado, descreve a tentativa da Igreja no Brasil de denunciar o envolvimento do Partido dos Trabalhadores com a promoção do aborto no país, a infiltração dos agentes petistas dentro da Igreja, e as inacreditáveis pressões que bispos e sacerdotes receberam durante as eleições, incluindo várias ameaças de morte, para que se calassem ao denunciar a agenda do Partido dos Trabalhadores para a promoção da Cultura da Morte no país.

O documento completo de LA IGLESIA AMORDAZADA pode ser encontrado no seguinte link: http://www.votopelavida.com/la_iglesia_amordazada.pdf

No documento original pode-se ler:

“O pronunciamento mais atacado foi o ‘APELO A TODOS OS BRASILEIROS E BRASILEIRAS’, que a Presidencia da Regional Sul 1 da CNBB decidiu apoiar e solicitar sua ampla divulgação, em nota do dia 16 de setembro. Talvez o ódio a este pequeno documento venha de sua configuração: apresenta uma lista de fatos públicos e verificáveis, atos de governo ou de partido, onde há um claríssimo apoio ao aborto através de mecanismos institucionais diversos”.

“Hoje a campanha da senhora Rousseff considera ‘criminosa’ a divulgação do texto, por considerá-lo ‘difamatório'”.

“Foram apreendidos, em ‘ação cautelar’, solicitada pelo PT, cerca de 1 milhão de panfletos impressos, propriedade da Diocese de Guarulhos e, segundo noticiou a imprensa, militantes do PT ‘denunciaram’ católicos que divulgaram o documento”.

“Nem o Tribunal Superior Eleitoral, nem os Tribunais Eleitorais Regionais, se manifestaram, apesar de que os advogados João Carlos Biagini e Roberto Victalino de Brito Filho, a serviço da Mitra da Diocese de Guarulhos – cujo bispo foi um dos mais agredidos -, demonstraram que o documento não pode ser tipificado como propaganda eleitoral e está perfeitamente dentro da legalidade”.

“Diante deste ambiente de criminalização, com os duros questionamientos aos senhores bispos, com as pressões exercidas pelo PT e o governo sobre a Conferencia Episcopal e com as ameaças de morte dirigidas a alguns prelados, o presidente da Regional Sul 1 da CNBB, Dom Nelson Westrupp, – que havia recomendado em nota oficial a divulgação do Apelo -, emitiu, no dia 16 de outubro, a seguinte declaração”:

“OS BISPOS CATÓLICOS DO REGIONAL SUL 1 DA CNBB (CONFERENCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL), DO ESTADO DE SÃO PAULO, ESCLARECEM QUE NÃO INDICAM NEM VETAM CANDIDATOS OU PARTIDOS,

RESPEITAM A DECISÃO LIVRE E AUTÔNOMA DE CADA ELEITOR E ENFATIZAM QUE NÃO PATROCINAM A IMPRESSÃO E DIFUSÃO DE FOLHETOS A FAVOR OU CONTRA CANDIDATOS”.

“É importante sublinhar que esta declaração está assinada pelo ‘presidente’ do Regional e por ‘bispos’, e não pelo Conselho Episcopal Regional em pleno, pois o texto não contou com a unanimidade total dos prelados vinculados à entidade”.

“A declaração foi divulgada na noite do dia 16, durante a Assembléia das Igrejas Particulares do Regional, realizada entre

15 e 17 de outubro, onde participaron mais de 150 sacerdotes e leigos ‘agentes de pastoral’. Alguns bispos consideraram que se tratava de um ambiente pouco oportuno para anunciar uma desautorização como esta”.

“Por outro lado Dom Nelson Westrupp, bispo da Diocese de Santo André e presidente do Regional, foi um dos prelados que recebeu uma ameaça velada de morte”.

“Um dos efeitos imediatos da nova Declaração do Regional foi o uso da mesma para ‘denunciar’, por suposto crime eleitoral, aos leigos que difundiam o ‘Apelo’ e outros pronunciamientos dos bispos”.

“A força que o tema do aborto assumiu no proceso eleitoral deste ano surpreendeu a todos, ao governo e aos bispos, aos partidos e à sociedade em geral. Atribuiu-se ao ‘aborto’ o fato de que a eleição tivesse que ser resolvida em um inesperado segundo turno.

Esta é uma boa noticia, evidentemente, e explica a ira desproporcionada com que atacou-se o ‘Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras’, e especialmente aos senhores bispos”.

“Desde a democratização do país a Igreja não tinha tido um papel tão relevante em uma eleição presidencial. Considerem-se aqui as notáveis diferenças que com clareza se apresentam quando consideramos a pobre resposta à Consulta Nacional sobre Desarmamento, realizada em outubro de 2005, e na qual a CNBB apoiou estruturalmente a posição do governo”.

“Esta constatação é importante se considerarmos o que está para vir.

Ganhe quem ganhar esta eleição, e apesar das promesas de campanha feitas pelos candidatos, haverá esforços sistemáticos para fazer avançar no país uma agenda agressiva aos direitos à vida e à família. Será necessária uma maior coesão e uma firme posição que não se preste a ambigüidades entre os membros do Episcopado para poder limitar o avanço de iniciativas iníquas e possibilitar uma ação mais eficaz dos leigos no âmbito social e político”.

“Consideremos os casos da Argentina, com a legalização da união civil homossexual, e da Espanha, onde, ademais, legalizou-se amplamente o aborto. São espelhos onde podemos e devemos ver-nos.

Em ambos os casos a intervenção do Episcopado como um todo, respaldando e sustentando com pronunciamientos claros e firmes a ação dos leigos, chegou demasiadamente tarde. A força do autoritarismo ‘democrático’ se impôs e as leis foram aprovadas, apesar da imensa oposição civil”.

“Durante estas eleições os fiéis escutaram algumas vozes claras e valentes de Pastores dispostos a dar a vida por suas ovelhas. Antes que a ‘Espanha’ e a ‘Argentina’ cheguem até nós, e seja quem for que assuma a presidência no próximo año, nossos bispos terão um papel fundamental para que os leigos, assumindo a sua própria responsabilidade, com uma fidelíssima adesão ao Magistério, e sem comprometer a Igreja, possam travar com segurança e sem vacilação a luta para preservar o direito à vida desde a sua concepção até o seu término natural, e a configuração natural da familia, fundamentada no matrimonio entre um homem e uma mulher”.

http://www.votopelavida.com/la_iglesia_amordazada.pdf

Fonte: A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA
sdv@pesquisasedocumentos.com.br

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One comment to “Dossiê sobre o PT curcula no Vaticano”
  1. Será se não foi suficiente o resultado nas urnas para vocês entenderem que a Presidente do Brasil é Dilma Roussef? Será se vocês estão querendo jogar o Brasil dentro de uma conflagração, uma guerra civil, como pescadores de águas turvas que vocês são?

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